sexta-feira, 3 de maio de 2013

Veja pôster de "O Homem de Aço", novo filme da franquia Superman




A Warner divulgou nesta sexta-feira (3), o novo pôster de "O Homem de Aço", próximo filme da franquia Superman.

Na imagem, o ator que interpreta o super-herói, Henry Cavill, aparece em pleno voo.
O filme, que estreia no Brasil em 12 de julho, é produzido por Christopher Nolan e tem direção de Zack Snyder.

Quem viu o longa, afirma que "Homem de Aço" lembra em seu tom emocional o que Nolan fez com a última trilogia de Batman: apresentar uma faceta mais humana do super-herói.

Snyder deixou a porta aberta para produções como "Liga da Justiça", a versão da DC Comics de "Os Vingadores" da Marvel, em seu caso com Superman, Batman, Flash e Lanterna Verde, entre outros.
O cineasta assegurou que retomou o personagem como se nunca tivesse sido feito um filme sobre ele e sem usar elementos dos filmes anteriores, nem sequer a inconfundível trilha sonora de John Williams."Queremos apresentar o Super-Homem para a nova audiência", disse Cavill.


 
 
 

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Caxirola…

Caxirolas no Palácio do Planalto 


Caxirolas entre Congresso e STF 


 AbacaXirola 
 

Todos num só ritmo 


http://www.humorpolitico.com.br/

Lobão faz declarações polêmicas de músicos nacionais e recebe respostas ácidas

 Divulgação


O clima esquentou depois da entrevista do cantor Lobão ao jornal "Folha de S. Paulo". O motivo da conversa foi a divulgação do novo livro do artista, "Manifesto do Nada na Terra do Nunca", que diz que o Brasil sofre uma paralisia atualmente.

Sem pestanejar, Lobão atacou diversos artistas que fazem uso da Lei Rouanet, para captar incentivos. "Se você tirar o Ministério da Cultura, o que não é sertanejo universitário morre. Eu recusei R$ 2 milhões do Ministério da Cultura para fazer uma turnê", confessou.

"O ministério libera tudo, e impressionam as temáticas: bandas mortas se ressuscitam para comemorar um aniversário de vida que não têm! O próprio Barão Vermelho! Todos pediram grana [via lei de incentivo]: Barão, Paralamas. O Gilberto Gil é o rei, um dos que mais pedem [recurso via Lei Rouanet]! O cara foi ministro! Como é que as pessoas podem aturar isso?", acusa citando nomes.

Lobão também falou sobre a empresária Paula Lavigne. "A Paula Lavigne é a rainha [da Lei Rouanet]. Por que os intelectuais brasileiros, diante de uma situação asquerosa como esta, ficam calados?" Impressionada com as declarações, Paula respondeu via Twitter: "Você segura o Lobão que vai ter uma fila pra bater! Kkkk até eu fui esculhambada! Vamos cobrar royaltes desse livro!"

Outros músicos também foram acusados por Lobão, como Roberto Carlos, chamado de "múmia deprimida"; Preta Gil, que "ganhou um império atrás dos benefícios do pai"; e os rappers Criolo, Emicida e o grupo Racionais, defindo por Lobão como "braço armado do PT".

"Os Racionais são o braço armado do governo, são os anseios dos intelectuais petistas, propaganda de um comportamento seminal do PT. Não acredito em cara ressentido. Emicida, Criolo, todos têm essa postura, neguinho não olha, não te cumprimenta. Vai criar uma cizânia que nunca teve, ódios [raciais] estão sendo recrudescidos de razões históricas que nunca aconteceram aqui. Como permitem esse discurso?", declarou Lobão.

Mano Brown, líder dos Racionais, defendeu-se no Twitter. "Estranho o Lobão falar de mim sem nunca ter me conhecido. Não entendo a postura dele agora. Ele que pregava a ética e rebeldia, age como uma pu** para vender livro. Nos anos 80 as ideias dele não fizeram a diferença para a gente aqui da favela. Ninguém é obrigado a concordar com ninguém, nem ele comigo. O Lobão está sendo leviano e desinformado."

E ainda mandou um recado: "Tô sempre no Rio de Janeiro, se ele quiser resolver como homem, demorô! Do jeito que aprendi aqui". Emicida também deu sua resposta na rede social. "Pela quantidade de gente me pedindo opinião, logo concluo, tem algum infeliz desinformado falando besteira sobre o hip hop em algum lugar."

Veja os comentários na rede social sobre a polêmica:

  Mano Brown Oficial @ManoBrownOF
O Lobão está sendo leviano e desinformado.

Em "Somos Tão Jovens", Thiago Mendonça impressiona como Renato Russo

 http://geekcafe.blog.br/wp-content/uploads/2013/03/Somos-T%C3%A3o-Jovens-Filme-sobre-Renato-Russo-Poster.jpg

Cinebiografias têm como principal requisito a escolha do protagonista ideal: um ator que seja parecido fisicamente com o biografado e saiba incorporar seus trejeitos e características, além de talentoso o suficiente para não limitar a interpretação a uma mera imitação.
"Somos Tão Jovens", cinebiografia do cantor Renato Russo que estreia nesta sexta-feira (3), consegue passar por esse primeiro obstáculo. Entre todas as qualidades e defeitos do filme de Antonio Carlos da Fontoura, o que se sobressai é a atuação de Thiago Mendonça, que se apropriou de forma impressionante dos maneirismos e da voz marcante do cantor.

O desafio de Mendonça era grande, já que a decisão de não utilizar playback durante as gravações significava que todas as canções do longa seriam cantadas e tocadas ao vivo. Sem experiência como músico, o ator treinou diariamente durante três meses no estúdio de Carlos Trilha, em Brasília, que produziu álbuns de Renato Russo e é o responsável pela direção musical de "Somos Tão Jovens".
O que era uma decisão arriscada se mostrou crucial. Além de conferir mais autenticidade e energia ao filme, as apresentações ao vivo também representam o momento em que Mendonça cresce em cena, mostrando o lado mais forte e fascinante de um cantor que, fora do palco, é temperamental, egocêntrico e por vezes imaturo.

 
 
Não que "Somos Tão Jovens" esteja disposto a questionar demais seu personagem principal. A ideia, aqui, é fazer um filme feliz, juvenil, que não entre a fundo em questões como fama, drogas e aids - distanciando-se, assim, de cinebiografias como "Cazuza" ou mesmo das internacionais "Jhonny e June", sobre Johnny Cash, e "Ray", que mostra a trajetória de Ray Charles.

Não por acaso, Fontoura escolheu filmar um recorte muito particular da trajetória de Renato Russo - sua adolescência, deixando de fora a infância e a vida adulta. "Somos Tão Jovens" encontra seu protagonista no final dos anos 1970, quando uma doença degenerativa muscular o deixa isolado no quarto, com livros e discos que se tornam influências. O longa acompanha sua fase punk, fala da primeira banda, Aborto Elétrico, e termina no início dos anos 1980, quando a Legião Urbana se prepara para fazer o primeiro show no Rio de Janeiro.

Se a parte musical é um acerto de "Somos Tão Jovens", outros elementos vão pelo caminho oposto e incomodam pela artificialidade. É o caso principalmente das cenas com André Pretorius (Sérgio Dalcin), sul-africano que integrou a primeira banda de Renato Russo e deixou o Brasil para servir carreira militar. Ainda que se trate de um personagem real, há algo de fake na caracterização, no sotaque e na atuação, fazendo com que todo o contexto pareça funcionar como desculpa para a inserção de comentários políticos óbvios.


http://imgsapp.divirta-se.uai.com.br/app/noticia_133890394703/2013/04/24/141841/20130424090925779342u.jpgTambém há certa artificialidade na forma como as canções são inseridas na história, por vezes forçando conexões entre um momento da trajetória do músico e um verso escrito por ele. Há uma cena, por exemplo, em que Renato está entendiado em uma reunião de jovens certinhos, diferentes dele. É a deixa do filme para falar em "festa estranha com gente esquisita", um dos trechos mais conhecidos de "Eduardo e Mônica".

Há ainda o estranhamento causado por Aninha (Laila Zaid), uma das únicas personagens fictícias da trama. Segundo Fontoura, ela representa amigas e namoradas que o cantor teve durante a adolescência, uma fase em que ainda descobria a sexualidade.

É verdade que o filme pontua as paixões homossexuais do cantor - a principal, por Fávio Lemos, do Capital Inicial -, mas chama a atenção o fato de Aninha, que não existiu, ser mostrada na tela como melhor amiga, base de apoio e grande amor de Renato. Com isso, o filme parece querer seguir uma fórmula mais convencional e capaz de apelar a um público maior.

Há que se reconhecer, porém, que Aninha está no centro do momento mais emocionante de "Somos Tão Jovens", quando o cantor dedica a ela a canção "Ainda é Cedo". "Uma menina me ensinou quase tudo que eu sei", diz o primeiro verso. Não foi esta menina. Mas, como cinema, funciona.

 http://ultimosegundo.ig.com.br/cultura/cinema/2013-05-02/em-somos-tao-jovens-thiago-mendonca-impressiona-como-renato-russo.html
 

Veja os carros usados por músicos brasileiros

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Os carros ex-queridinhos dos brasileiros

 


Era o final da década de 90 e a General Motors tinha planos ambiciosos para um pequeno hatch de codinome Blue Maccaw (arara azul). O modelo virou Celta em 2000, ano do lançamento e, se não nunca foi o carro mais barato do Brasil como a marca chegou a imaginar, tornou-se seu veículo mais popular durante mais de 10 anos.
Na mesma época, uma outra montadora colhia os frutos de um projeto ousado no design e que a fez renascer em vários mercados, incluindo o Brasil. A empresa era a Peugeot e o veículo, o 206. Ele chegou ao País primeiro vindo da França e em 2001 virou brasileiro e sucesso imediato.
Em comum esses dois outrora queridinhos do público brasileiro vivem hoje no ostracismo. Ambos continuam a ser produzidos, mas foram ofuscados por novos modelos que, curiosamente, não os substituem diretamente. O Onix custa mais que o Celta e é maior e mais equipado, mas vitimou esse último, que vende hoje metade do que emplacava um ano atrás. Já o 208, da Peugeot, nem se sobrepõe ao 207, o 206 com reestilização caseira, porém, foi a pá de cal nas possibilidades do velho hatch. Nem mesmo as promoções que deixaram o 207 1.4 com preço de popular adiantaram.

Abandonados no altar
Situações como essa reforçam a ideia que o brasileiro é volúvel em matéria de automóvel. Segundo uma pesquisa da Pro Teste, uma associação de defesa do consumidor, apenas um terço dos brasileiros são fieis a uma marca de veículos: “por um lado é uma vantagem já que as possibilidades de crescimento são grandes, mas também é fácil perder um cliente para um concorrente”, explicou um executivo de uma montadora ouvido pelo iG.
Mesmo modelos que foram pioneiros em seus segmentos e não evoluíram acabaram perdendo essa primazia. O Golf é um caso. Quando começou a ser produzido no Brasil, o hatch médio da Volkswagen tinha tanta tecnologia embarcada que parecia de outra categoria comparado a seus rivais. Hoje essas virtudes foram neutralizadas pela concorrência. Já a Palio Weekend se reinventou ao virar Palio Adventure e inaugurar a era dos aventureiros urbanos, aqueles que parecem off-road, mas não saem da cidade. A Fiat soube tirar proveito disso até pouco tempo atrás, mas bastou a perua não acompanhar as novas gerações do Palio e Siena para desaparecer das lojas.

Sucesso fugaz
Existem, no entanto, carros que ainda são atuais, mas que por questões de mercado viram seu público virar fumaça. Parte deles tem até como eleger o vilão da história, o governo federal, que mudou as regras do jogo para impedir que eles tivessem vantagem perante os modelos fabricados no Brasil. Sim, os importados pagaram pelo seu sucesso efêmero.
Um caso notório foi o do March, o hatch popular da Nissan. Produzido no México, país que tem um custo de fabricação mais baixo que o nosso e acordo de isenção de impostos, o veículo estreou em 2011 com uma proposta irrecusável: tecnologia, equipamentos, confiabilidade e preço baixo. O problema é que o March desequilibrou a balança comercial entre o Brasil e o México e assustou a presidente Dilma. Resultado: a criação de uma cota de importação para produtos vindos da terra da tequila. De uma hora para outra, o March sumiu das concessionárias e quando voltou, as vantagens haviam sido neutralizadas pelos rivais.
É uma situação semelhante a que a JAC passou. A montadora chinesa começou sua operação no Brasil de forma avassaladora. Os compactos J3 e J3 Turin tinham preço acessível e um pacote para lá de completo. Nos primeiros meses, o hatch J3 chegou a emplacar 2 mil carros, pouco perto do que faz o Gol e o Uno, mas suficiente para acender a luz amarela entre as montadoras instaladas no País e o governo federal. Mais uma vez, os importados pagaram o pato e tiveram que engolir alíquotas de importação escandalosas.
A Hyundai foi uma das marcas que viram três de seus produtos mais populares transformarem-se de uma hora para outra em coadjuvante nas ruas. Primeiro com o Azera, sedã de luxo que tinha preço tão competitivo que batia de frente com modelos como o Civic e o Corolla. Espantada com seu sucesso, a concorrência chegou a acusar a marca coreana de dumping, quando se vende um produto abaixo de seu custo. A nova geração, bem mais avançada, voltou para o seu lugar natural, ou seja, brigando com modelos que custam mais de R$ 100 mil.
Outro que virou o mercado de cabeça para baixo foi o hatch i30. Com design inspirado na BMW e versões bem equipadas e baratas, o i30 chegou em 2009 e conseguiu ser líder da categoria mesmo sendo importado. A nova geração, lançada este ano, já sob efeito de impostos mais altos, perdeu a majestade por enquanto.
Até o Tucson, que foi por algum tempo o importado mais vendido do Brasil, não conseguiu manter o volume de vendas mesmo virando nacional e ganhando motor flex, fruto da concorrência interna com o mais atraente ix35, seu sucessor no exterior.

15 minutos de sucesso
Todos esses exemplos mostram que o mercado brasileiro, apesar dos preços exorbitantes e do protecionismo, ficou mais competitivo. Se há 30 ou 40 anos um carro como o Fusca reinava por décadas sem ser ameaçado, agora o sucesso de um modelo pode durar menos de um ano, dependendo dos movimentos dos rivais. Ao menos no mercado de carros, a infidelidade é algo a ser comemorado.


http://carros.ig.com.br/especiais/os+carros+ex-queridinhos+dos+brasileiros/6123.html

Com ótima câmera e 4G, Lumia 920 é o melhor da Nokia



O Windows Phone ainda não caiu no gosto dos usuários e tem uma fatia pequena do mercado de smartphones. Mas a Nokia continua apostando no sistema e, a cada novo aparelho, vem aprimorando o design do hardware, a câmera e a tela.

O Lumia 920 é, atualmente, o melhor celular da empresa. O Windows Phone tem lá seus problemas, como a falta de alguns aplicativos populares e uma interface que não agrada a todos os públicos. Mas a excelente qualidade da câmera, da tela e o design elegante do aparelho são motivos para avaliar uma possível compra. Confira a seguir a análise.

A favor:
- Câmera com tecnologia PureView e estabilização mecânica;
- Tela com alta densidade de pixels;
- Já vem com 4G;
- Aparelho ótimo para som e vídeo;             
- Acabamento simples e caprichado.

Contra:
- WP8 deve perder suporte em 2014, não se sabe ainda se haverá update para o 920;
- Não possui slot para cartão de memória;
- Não tem conexão HDMI;
- Não tem FM e não tem acesso à bateria.

Ficha técnica:
Nokia Lumia 920
Preço: R$1.999
Configuração: tela de 4,5 polegadas com resolução de 768 x 1280 pixels, sistema Windows Phone 8, processador Dual core 1,5 GHz Krait, 1GB de RAM, 3G/4G, 32 GB de armazenamento interno, câmera de 8 megapixels com flash Dual LED, Wi-Fi 802.11 a/b/g/n dual band, DLNA, Wi-Fi hotspot, GPS com A-GPS e GLONASS, Bluetooth 3.1, 3G, 4G, USB, NFC.
Dimensões: 13 x 7, x 1,1 cm
Peso: 185g
Autonomia de bateria: Até 44 horas em stand-by / Até 6h em conversação e internet
Itens inclusos: aparelho, manual, carregador de viagem, fones de ouvido, clipe para acessar o SIM e cabo USB.

CLIQUE AQUI E LEIA MAIS !!!

http://tecnologia.ig.com.br/2013-05-02/com-otima-camera-e-4g-lumia-920-e-o-melhor-da-nokia.html

Clipe de Taylor Swift ultrapassa 100 milhões de visualizações

ANDREW COWIE / AFP


Em turnê pela América do Norte com a divulgação do álbum "RED", lançado no final do ano passado, Taylor Swift tem muitos motivos para comemorar. Além de quebrar recordes de vendas com o disco nos Estados Unidos, a cantora conquistou outros bons números com os clipes apresentados.

O vídeo de “I Knew You Were Trouble”, terceiro single de "RED", ultrapassou a marca de 100 milhões de visualizações no canal de Taylor no YouTube. O clipe foi lançado no dia do aniversário de Taylor, 13 de dezembro, e mostra a cantora bem diferente, de cabelos rosas, e arriscando com dubstep.

Com a conquista, Taylor acumula cinco clipes que receberam o VEVO Certified, premiação dada aos vídeos que ultrapassaram a marca de 100 mil cliques. Ela já tinha alcançado o número com “We Are Never Ever getting Back Together”, “Mine”, “Love Story” e “You Belong With Me”.

Veja o clipe de “I Knew You Were Trouble”: